NÚCLEO DE FUZILEIROS
BAIÃO
FORMAÇÃO DO NÚCLEO DE FUZILEIROS BAIÃO
O Concelho de Baião, tem uma área de 174 km2, subdividido por 14 freguesias, localizado na região do Tâmega e Sousa, Distrito do Porto, limitado a norte pelos municípios de Amarante e Santa Marta de Penaguião, a leste por Mesão Frio e Peso da Régua, a sul por Resende e Cinfães e a Oeste por Marco de Canaveses.
Em Baião, existe um grupo alargado de Fuzileiros de várias escola e gerações e sempre que se encontram o tema das conversas é relembrar memória antigas passadas nos Fuzileiros.
Em 2023, os filhos da Escola Manuel Carvalho de setembro de 1989, militar da Guarda Nacional Republicana, estando na altura a trabalhar no Posto Territorial de Baião e Vítor Oliveira de setembro de 1992, Bombeiro na Corporação de Bombeiros em Baião, tomaram a iniciativa de contactar o máximo possível de Fuzileiros naturais de Baião, através de telefonemas, publicações nas redes sociais e com um artigo num jornal local, conseguiram juntar vários Fuzileiros de gerações diferentes e muitos deles acompanhados pelas famílias, num almoço convívio no restaurante Quinta das Hortas em Baião, que se realizou no dia 28 de outubro, ficando este evento denominado de “1º encontro de Fuzileiros de Baião”.
Um primeiro encontro com muita união e camaradagem entre todos, tendo-se trocado e relembrado experiências antigas, sendo que já na altura foi apresentada e discutida a intenção de criar o Núcleo de Baião ficando este convívio registado em livro de actas.
No ano seguinte (2024), precisamente no dia 28 de setembro, realizou-se o 2º encontro e neste evento, já se introduziu uma aula de defesa pessoal, no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere, ministrada pelo Senhor Sargento Fuzileiro Serafim Pereira, um treino aberto a todos os participantes, familiares e também aos Bombeiros.
Durante este convívio ficou acordado que assim que possível o grupo juntamente com familiares, iria às celebrações do dia do Fuzileiro, o que se veio a concretizar no dia 5 de julho de 2025.
No 3º convívio que se realizou no dia 27 de setembro de 2025, já com a presença do Presidente da Delegação de Fuzileiros do Douro Litoral, senhor Henrique Mendes, foi então oficializada a intenção da criação do Núcleo de Fuzileiros de Baião e criada uma comissão instaladora.
O sonho tornou-se realidade.
“Orgulhosos pelo que fomos, orgulhosos pelo que somos…Fuzileiros”.
Símbolo do Núcleo de Fuzileiros de Baião
As cores e objetos deste símbolo possuem o seguinte significado:
O emblema do Núcleo de Fuzileiros de Baião representa uma síntese profunda entre a identidade militar, a herança regional e a tradição histórica portuguesa.
Ao centro, a adaga dourada simboliza as forças especiais, evocando prontidão, precisão e combate direto. A sua posição vertical, apontada para baixo, transmite disciplina e contenção, mas também capacidade de ação imediata.
Ladeando a adaga, os ramos de loureiro representam glória, honra e vitória. São elementos clássicos da simbologia militar, usados desde a Roma Antiga, e aqui reforçam o equilíbrio entre força e virtude.
As montanhas verdes ao fundo remetem à geografia de Baião, especialmente à Serra da Aboboreira e ao Marão, reforçando a ligação do núcleo à terra que defende.
A cabra negra, posicionada sobre uma das montanhas, é um elemento histórico que fazia parte do primeiro brasão do Senhor de Baião. Representa rusticidade, agilidade, resistência e domínio do terreno acidentado, características fundamentais para os Fuzileiros.
O barco rabelo que navega nas águas representa o rio Douro e a tradição fluvial da região. Utilizado historicamente para transportar pipas de vinho, o barco simboliza a ligação à cultura local, à navegação e à missão. A presença de uma figura humana a bordo reforça o espírito de coragem individual e de serviço.
As cruzes templárias presentes no emblema remetem à Ordem dos Templários, cuja existência antecede a fundação oficial do Reino de Portugal. Representam fé, proteção e missão espiritual. A sua presença liga os Fuzileiros à tradição militar cristã e à defesa dos valores da pátria. Estas cruzes evoluíram para a Cruz da Ordem de Cristo, que teve papel central nos Descobrimentos e permanece como símbolo da Marinha Portuguesa.
Por fim, os elementos dourados do emblema, como a corda que o contorna, a adaga e as letras, estão diretamente associadas à Marinha. O dourado representa honra, excelência, comando e tradição naval. A corda dourada simboliza a ligação ao mar, à disciplina e à união entre os membros do núcleo.
Este emblema não é apenas um símbolo visual, mas uma narrativa viva da história, da missão e da identidade dos Fuzileiros de Baião.
Estrutura do Núcleo de Fuzileiros de Baião:
Presidente:
Manuel António Soares Carvalho;
Vice-presidente:
Vítor Manuel Sousa Oliveira;
Tesoureiro:
Pedro António Monteiro Pinto;
Secretário:
António Gumercindo Pinto Ferraz Pegas;
Vogais:
Paulo Manuel Pinto de Azevedo;
Manuel Fernando Pinheiro Mendes;
José Azevedo Pinto;
Alexandre Borges Vieira;
Manuel Bernardino Carvalho Pereira:
Estamos ao seu dispor de segunda a sexta das 09:00 ás 18:00H
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Telefone-nos de onde estiver, esclarecermos qualquer duvida
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Se preferir mande um email de contacto, repondere-mos com a maior brevidade possível
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